Microcity

Microcity foca em serviços avançados e oferta de Oracle as a Service

A Microcity construiu sua reputação com base em uma oferta de terceirização e gestão de ativos de tecnologia. A companhia chegou a cunhar termos interessantes, como o de PC as a Service. Agora, a provedora mineira quer dar um passo além. Para tanto, reposiciona sua estratégia com base em uma oferta de maior valor e serviços avançados.

A empresa ampliou o leque de parceiros tecnológicos para montar um portfólio mais abrangente. Nessa seara, firmou alianças com Oracle, Cisco e Microsoft. Na mesma linha, começou a atacar o mercado com mais ênfase a partir de uma nova vertente, que toca soluções orientadas a operações de missão crítica e cloud.

“Caçamos oportunidades e fizemos um reposicionamento”, afirma Luis Carlos Nacif, presidente da Microcity, sinalizando que o objetivo agora é dar mais visibilidade aos serviços avançados. O executivo avalia que a oferta de hardware como serviço virou uma espécie de “commodity”. Justamente por isso, chegou o momento de avançar no modelo de negócios.

Nessa toada, a provedora desenvolveu uma solução de “Oracle as a Service”, baseada em nuvem privada. “Isso ficou adequado ao modelo de negócio de financiamento de ativo e serviços”, avalia.

A oferta não se distancia muito dos projetos de hardware que integravam a cartela de serviços vendidos até então. A ideia da provedora segue a premissa de fazer um investimento mais pesado antecipadamente na parte tecnológica, empacotar isso em uma solução e permitir um modelo mais confortável de adoção pelos clientes, que pagam pelo serviço.

A empresa também formatou estratégia similar com produtos Cisco, bem como capacitou-se para virar um cloud solution provider da Microsoft. O acordo com a fabricante do Windows adiciona um braço de nuvem pública (considerando Office 365 e Azure) que completa o portfólio.

“A crise empurra o mercado um pouco mais para a linha de contratação de serviços em vez de ativos. Com a exigência da redução de budget e orçamentos mais apertados, as empresas não têm conseguido fazer as atualizações tecnológicas necessárias”, julga Nacif.

A ideia é que 2015 seja o ano de consolidação da oferta de serviços avançados. “Trata-se de uma operação de capital intensivo. Esse ano, 40% do Capex disponível para investimento vai para as iniciativas de Cisco e Oracle as a Service”, dimensiona.

O portfólio atual da companhia toca gerenciamento, serviços de missão crítica e segurança, gestão de ativos e logística. Além disso, oferece soluções de cloud híbrida, projetos de comunicação e infraestrutura de redes.

A Microcity espera faturar R$ 102 milhões esse ano – um avanço significativo sobre os R$ 90 milhões registrados em 2014. O executivo projeta que grande parte desse crescimento virá das novas iniciativas. Atualmente, a oferta de PC as a Service representa 70% dos resultados e o restante vem de soluções avançadas. A ideia é inverter essa proporção em dois anos.

Fonte: COMPUTERWORLD

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