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Tendências de TI para 2022: quais são e suas aplicações empresariais segunda-feira, dezembro 7, 2020

As tendências das tendências de TI para 2022 se baseiam em três tópicos: foco nas pessoas, resiliência e a habilidade de superar expectativas. Para o futuro é esperado da TI proporcionar uma boa experiência e ajudar a empresa a entregar bons resultados com flexibilidade e resiliência.


Com o fim do ano se aproximando, o mundo corporativo se prepara para 2022 com planos, estratégias e previsões. Após um ano que ainda reuniu muitas incertezas, a expectativa é de que o próximo seja de retomada de crescimento e amadurecimento digital.

Neste cenário, onde a tecnologia é ferramenta fundamental para a continuidade das operações, acompanhar as tendências de TI é estratégia de sobrevivência. Afinal, a mesma tecnologia que vem revolucionando o mundo corporativo é a que oferece as soluções para se destacar e obter os melhores resultados.

A revolução tecnológica tomou uma velocidade vertiginosa nos últimos anos, impulsionada principalmente pela necessidade de adaptação ao cenário de pandemia mundial. Para manter suas operações, as empresas tiveram que se adaptar aos processos digitais, assíncronos e remotos.

Em 2022, a tecnologia deve estar mais integrada aos processos corporativos de forma mais inteligente, autônoma e estratégica.

Nessa leva, a computação em nuvem, automação, AI e machine learning foram alguns dos tópicos mais preciosos para a tecnologia corporativa. Para 2022, a tendência é envolver os processos e operações com tecnologia de forma ainda mais inteligente, autônoma e estratégica, usando a TI para aproximar as relações humanas, melhorar a experiência e criar valor.

Para você conhecer as tendências de TI para 2022 e compreender o cenário tecnológico esperado para o mundo corporativo, preparamos este artigo com tudo o que você precisa saber e o que esperar da evolução tecnológica nos próximos anos.

Qual é o cenário da TI para 2022?

O Instituto Gartner, como de costume, lançou suas análises sobre as principais tendências de tecnologia para o próximo ano. A análise do Instituto leva em consideração estratégias que já vêm sendo adotadas com sucesso no mundo corporativo e as novas soluções de TI que grandes organizações já estão de olho.

De acordo com David Groombridge, vice-presidente de pesquisa do Gartner, os “CEOs sabem que devem acelerar a adoção de um negócio digital e estão buscando rotas digitais mais diretas para se conectar com seus clientes”.

Assim, o cenário analisado pelo instituto se baseia em três tópicos que ganharam extrema relevância em tempos de pandemia: foco nas pessoas, resiliência e a habilidade de superar expectativas.

Foco nas pessoas, resiliência e habilidade de superar expectativas

Esses três itens revelam as mudanças que já vêm acontecendo na sociedade e na forma como consumimos produtos, informações e serviços, com clientes mais exigentes e conscientes, acesso fácil e abundante a informações e muita autonomia para cada indivíduo.

Além de otimizar processos, economizar tempo e dinheiro, as novas soluções de TI também buscam melhorar a experiência das pessoas envolvidas, valorizar as relações e proporcionar um ambiente flexível e altamente adaptável.

Afinal, uma das lições que os negócios devem tirar do período da pandemia é de que, ainda que não seja possível saber tudo o que pode acontecer no futuro, é preciso estar preparado para se adaptar aos mais variados cenários. E disso depende a sobrevivência da sua empresa.

Quais as tendências de TI para os próximos anos?

De forma geral, a tendência de permear ainda mais as operações e tomadas de decisão da empresa com tecnologia inteligente segue válida. Isso quer dizer que tudo o que tiver potencial, deve ser automatizado e digitalizado.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Citrix, a área de TI está mais valorizada do que nunca. Seu papel já não se resume a garantir a entrega da tecnologia. Proporcionar uma boa experiência e ajudar a empresa a entregar bons resultados com flexibilidade e resiliência é um dos objetivos da TI que ultrapassa sua compreensão tradicional.

Quais as tendências de TI para os próximos anos?

O Instituto Gartner ressalta que é preciso “encontrar os multiplicadores da força de TI para permitir o crescimento e a inovação, e criar bases técnicas escaláveis e resilientes, cuja escalabilidade libere dinheiro para investimentos digitais”.

Ou seja, é o momento da TI confirmar seu papel estratégico, muito além de técnico, no negócio. Essa abordagem converge nos três temas das tendências apresentadas pelo Instituto este ano – confiança na engenharia, esculpindo mudanças e acelerando o crescimento.

As tendências apresentadas pelo Gartner para os próximos anos não são independentes. A intenção é de que elas sejam combinadas, reforçando umas às outras. Uma combinação dessas práticas é o que se espera para orientar as estratégias de TI das organizações nos próximos três a cinco anos.

Nos próximos tópicos, vamos acompanhar cada uma das doze tendências apontadas para a TI, que são: Inteligência Artificial Generativa, Malha de Segurança Cibernética, Experiência Total (TX), Hiper automação, Engenharia de IA, Computação para Aumentar a Privacidade (PEC), Data Fabric, Empresa Distribuída, Plataformas Nativas da Nuvem (CNPs), Sistemas Autonômicos, Inteligência de Decisão (DI) e Aplicações Combináveis.

As tendências de TI para 2022

Inteligência Artificial Generativa

Uma variedade da Inteligência Artificial, a IA Generativa é capaz de aprender sobre o conteúdo ou objetos a partir de seus dados, gerando artefatos inovadores que, ainda que similares ao original, não se repetem.

Essa tendência tem um vasto uso, desde a criação de produtos e marketing direcionados, ao uso em medicina avançada e desenvolvimento de medicamentos. Para a indústria criativa, a IA Generativa oferece uma infinidade de novas oportunidades, da criação de imagens gráficas e correção de fotos à síntese de áudio e ajustes de vídeo.

Seu uso no ambiente corporativo pode ainda ser de grande valia para a segurança digital e para o gerenciamento de identidades. O Gartner prevê que, até 2025, o uso da Inteligência Artificial Generativa passe de 1% para 10% na produção de dados, acelerando os ciclos de P&D.

Malha de Segurança Cibernética

A malha de segurança cibernética é a tecnologia que protege o pilar da independência de localização. Essa arquitetura distribuída permite que o perímetro de segurança seja definido em torno da identidade de uma pessoa.

Malha de Segurança Cibernética

Isso significa, essencialmente, uma abordagem de segurança mais modular e responsiva, centralizando as políticas e distribuindo a aplicação. Esse modelo elimina a limitação geográfica da segurança da informação e evolui para as necessidades atuais.

Com a malha de cibersegurança, é possível verificar, de forma rápida e confiável, a identidade, o contexto e a aderência a políticas em ambientes com e sem nuvens. Em tempos de adoção de um modelo de negócios anywhere operations, esse é o tipo de recurso necessário para garantir a proteção de dados.

Experiência Total (TX)

A Experiência Total (TX) é uma abordagem completa, que inclui a experiência do cliente, do funcionário, do usuário, e outras pessoas envolvidas, para compor um resultado geral melhor.

Experiência Total (TX)

A ideia é enxergar essas experiências diferentes como um único sistema que, aprimorado uniformemente, gera resultados de negócios muito mais sólidos e vantagens competitivas difíceis de se replicar.

Essa abordagem, em contraposição à melhoria individual da experiência de usuário, do cliente ou do funcionário, permite uma experiência mais segura, mais integrada e eficiente para todos os envolvidos.

Hiper Automação

Para o Instituto Gartner, as organizações terão que se embasar em eficiência, eficácia e agilidade de negócios para manter a competitividade, ou não terão chance. E a melhor forma de se investir em eficiência e agilidade é automatizar.

Dessa forma, os processos devem ser enxutos, otimizados e integrados. Para isso, é preciso automatizar tudo o que possa ser automatizado na empresa. A hiper automação elimina custos e problemas complexos e desnecessários.

A hiper automação já vem sendo cotada como tendência pelo Gartner desde o ano passado, junto a outras tendências desta lista. Assim como TX, Engenharia de IA e outras, a hiper automação ainda não atingiu seu auge de possibilidades no mundo corporativo, mas continua abrindo portas para o sucesso.

Aplicações Combináveis

A ideia das Aplicações Combináveis passa pela mudança no modelo de negócio tradicional, adotando uma mentalidade de agilidade e adaptação.

Essa abordagem facilita o uso e a reutilização de códigos, agilizando a comercialização de novas soluções de TI. A nova mentalidade permite que a empresa se adapte rapidamente a mudanças no cenário, com uma tomada de decisão mais ágil, baseada nos dados disponíveis.

Aplicações Combináveis

Esse modelo de intelligent composable business deve estar consolidado sobre uma política de acesso à informação, aumento da autonomia e democratização, e redução de processos burocráticos ineficientes. Essa fórmula deve resultar em tomadas de decisão ágeis e respostas imediatas às implicações de novos cenários.

Empresa distribuída

O modelo de operações em qualquer lugar foi, sem dúvida, impulsionado pela necessidade de distanciamento social devido à Covid-19. Com o trabalho remoto e novos hábitos de consumo, as operações da empresa devem se adaptar para que possam ser realizadas em qualquer lugar.

O modelo segue a ideia de “digital first, remote first”. Dessa forma, as operações remotas e digitais são priorizadas mesmo em espaços físicos, como o auto check-out em lojas físicas, por exemplo. Tudo o que pode ser transformado em serviço remoto, agiliza o negócio e amplia as oportunidades.

Empresa distribuída

Até 2023, a previsão do Gartner é de que 75% das empresas que exploram os benefícios corporativos distribuídos tenham um crescimento de receita 25% mais rápido do que os concorrentes, enquanto oferecem experiências mais ágeis e otimizadas.

Engenharia de IA

A Engenharia de Inteligência Artificial converge os projetos isolados de IA em um processo estratégico integrado e robusto. Esse modelo facilita o desempenho, escalabilidade, interpretabilidade e confiabilidade dos projetos de IA.

A Engenharia de IA agrega valor aos investimentos da área, proporcionando mais estrutura para lidar com questões de confiança, transparência, ética, interpretabilidade e conformidade. Dessa forma, a IA passa a ser parte integrante do processo DevOps, e não um pedaço isolado da infraestrutura de TI.

Como outras tendências também demonstram, uma das chaves para o sucesso é não fazer investimentos em tecnologia isolados, sem integrá-los à arquitetura de TI do negócio. Da mesma forma em que a transformação digital deve ser feita envolvendo todas as pessoas da empresa, as inovações tecnológicas, como IA, devem estar integradas ao todo.

Computação para Aumentar a Privacidade (PEC)

Estamos em tempos de amadurecimento das legislações acerca da privacidade e proteção de dados, em que CIOs precisam reforçar a confiança do cliente em relação à segurança de dados e, principalmente, evitar quaisquer incidentes de privacidade.

As técnicas de PEC asseguram o processamento de dados pessoais em ambientes não confiáveis, por meio da utilização de uma variedade de técnicas de proteção da privacidade, assegurando a conformidade com as regulações.

Computação para Aumentar a Privacidade (PEC)

Diante do aumento drástico das tentativas de ataques cibernéticos nos últimos anos, as questões de segurança digital não devem ser deixadas em segundo plano. Por isso, o Gartner espera que 60% das grandes organizações use uma ou mais técnicas de computação para aumentar a privacidade até 2025.

Data Fabric

A malha de dados surgiu com o objetivo de simplificar a infraestrutura de integração de dados de uma organização. Essa integração entre plataformas e usuários comerciais é flexível e resiliente, disponibilizando os dados em todos os lugares onde são necessários.

As empresas de melhor desempenho atualmente ainda enfrentam desafios que as impedem de explorar plenamente todos os dados disponíveis. Esses desafios aparecem na forma de falta de acesso, fontes e tipos de dados diversos, integração complexa, entre outros.

Data Fabric

A data fabric permite que sua equipe possa acessar dados confiáveis mais rapidamente para suas aplicações, análises, IA e modelos de machine learning, e automação de processos. Essa malha de dados proporciona uma arquitetura escalável, que possibilita a redução do débito técnico, além da redução dos esforços de gerenciamento de dados em até 70%.

Plataformas Nativas da Nuvem (CNPs)

Uma das ações em direção à maturidade digital é a adoção das CNPs, que permitem a construção de novas arquiteturas de aplicação que sejam resistentes, elásticas e ágeis.

Ao contrário das migrações, as plataformas nativas da nuvem permitem escalabilidade e mais agilidade nas respostas às mudanças digitais. Isso porque elas são construídas e executadas para aproveitar a computação distribuída oferecida pelo modelo de entrega de nuvens.

Até 2025, o Gartner prevê que mais de 95% das novas iniciativas digitais sejam baseadas em CNPs, contra menos de 40% no ano de 2021, permitindo mudanças de alto impacto e esforço mínimo.

Sistemas Autonômicos

Sistemas automatizados já se popularizaram no meio corporativo, assumindo diversas tarefas repetitivas e rotineiras com facilidade. O que ganha destaque agora são os sistemas autonômicos, capazes de aprender com seu ambiente e modificar dinamicamente seus próprios algoritmos.

Os sistemas autonômicos podem se modificar sem atualizações de softwares externas permitindo maior agilidade para adaptação às necessidades das empresas.

Essa capacidade tecnológica de suportar novos requisitos e situações permite que esses sistemas respondam de forma muito mais ágil às novas condições, otimizando seu desempenho e defendendo-se contra ataques sem a necessidade de monitoramento e intervenção humana.

Inteligência de Decisão (DI)

A tomada de decisão é sempre uma competência crítica em uma organização, e a velocidade das mudanças e evoluções tecnológicas atualmente exige que ela seja feita de forma ágil e assertiva. A inteligência de decisão é uma abordagem prática que permite a melhoria nos processos de tomada de decisão, e vem sendo cotada como a nova BI.

A DI modela cada decisão usando IA, análise de dados e simulações, projetando explicitamente como as decisões da sua organização são tomadas, avaliando resultados e gerenciando feedbacks. Esse complexo cenário criado com a DI permite uma tomada de decisão mais estruturada, melhorando a vantagem competitiva do negócio.

Como as tendências de 2022 vão impactar a gestão de TI?

Além das tendências gerais de tecnologia para os próximos anos, as previsões das mudanças na forma de gerir a TI também são afetadas pela necessidade de restabelecimento, reinício e resposta a um mundo de incertezas.

O mundo está se movendo mais rápido do que nunca, e a inovação digital é o que impulsiona essas mudanças. A gestão de TI deve ser capaz de acompanhar essa evolução e reconhecer a estratégia ideal para implementar as necessidades tecnológicas do seu tempo, para o seu negócio.

Por isso, os CIOs têm um papel crucial na condução das inovações tecnológicas como resposta às mudanças do mundo. As novas tecnologias serão responsáveis por um “reset” no modelo de negócio tradicional, promovendo resiliência e agilidade na empresa.

Como as tendências de 2022 vão impactar a gestão de TI?

A transformação digital impõe uma mudança estrutural na empresa, desde o modelo de negócio à cultura organizacional. Isso porque os velhos modelos convencionais têm um limite de adaptabilidade à realidade digital e essa adaptação é, frequentemente, forçada e não sustentável.

Essa pode até parecer uma boa ideia à distância, mas a dívida técnica gerada é alta. Além disso, se a concorrência avança e o seu negócio só “dá um jeitinho”, sua competitividade não será o suficiente para se manter entre os melhores.

Daryl Plummer, vice-presidente de Pesquisa do Gartner, afirmou que as tendências apresentadas nos ajudam a compreender que o aprendizado tecnológico nunca termina, que aprender a partir de diversas perspectivas é essencial e que essa é uma responsabilidade compartilhada.

Assim, a transformação digital e a evolução da sua empresa deve ser impulsionada pelo CIO, mas deve estar 100% alinhada ao Planejamento Estratégico Executivo e à cultura organizacional, que devem refletir conceitos como o digital-first, anywhere operations e foco no cliente.

Quais previsões de TI devem estar no seu radar?

Além de apresentar as tendências tecnológicas para os próximos anos, o Instituto Gartner também publica suas principais previsões estratégicas para o futuro próximo. Com uma abordagem consciente, factual e pragmática, as previsões são um guia para o planejamento de ações e estratégias de negócio.

Quais previsões de TI devem estar no seu radar?

Várias tendências de gestão são relacionadas à guinada que as inovações tecnológicas previstas para os próximos anos podem gerar. Para acompanhar a velocidade da mudança, as empresas deverão investir em um novo modelo de gestão de TI, mais ágil, mais eficiente e modular. Isso tem a ver com resiliência.

As inovações tecnológicas também apontam para o foco nas pessoas. A tecnologia será usada para acompanhar a “voz da sociedade”, que se ignorada pela empresa pode representar perda de valor da marca e até mesmo gerar problemas de imagem. Da mesma forma, a melhoria geral da experiência, seja do cliente ou do funcionário, será importante para o crescimento do negócio.

Para completar os três tópicos centrais às previsões do Gartner, temos a habilidade de superar expectativas. Essa capacidade da empresa tem a ver com TX, mas muito mais que isso, tem a ver com o que é possível fazer para surpreender o mercado e sair à frente com as inovações tecnológicas, aumentando sua capacidade competitiva.

As dez previsões para os próximos 3 a 5 anos são:

Como manter a infraestrutura de TI da sua empresa pronta para o futuro?

Assim como é necessária uma mudança no modelo de negócio da empresa para se adaptar à transformação digital, o amadurecimento digital também é um processo e deve ser feito de maneira sólida e estratégica.

E da mesma forma que não é possível cobrar das equipes a compreensão e visão do negócio digital se as lideranças não estão engajadas, adotar as tendências tecnológicas sem uma infraestrutura de TI bem estruturada também não trará os melhores resultados.

infraestrutura de TI da sua empresa pronta para o futuro?

As tendências apresentadas pelo Instituto Gartner são previstas para o próximo quinquênio. Para acompanhar as mudanças e não ficar para trás, é interessante contar com um parceiro de tecnologia atualizado no mercado.

O outsourcing de TI é uma alternativa de excelente custo-benefício para empresas de qualquer segmento. Isso porque um parceiro especializado em tecnologia é capaz de fornecer a infraestrutura necessária para a demanda do seu negócio, mantê-la atualizada e segura, enquanto sua equipe de TI foca na inovação e desenvolvimento do core business.

Além disso, uma infraestrutura de TI robusta, confiável e atualizada é o primeiro passo para inovar nas soluções e adotar as últimas tendências tecnológicas. Além da redução de custos e da otimização dos processos, uma TI disponível e segura passa credibilidade para toda a equipe, o que facilita o processo de transformação digital em toda a empresa.

Parcerias e relacionamentos que compartilham a mesma visão da sua empresa, prezando por um modelo de negócio inovador, ágil e eficiente, facilitam a jornada para o crescimento e os bons resultados.

As tendências de TI apontam para mudanças dramáticas e em velocidade recorde nos próximos anos. Para acompanhá-las, é preciso atenção, estratégia, agilidade e respostas rápidas às novas demandas do mercado.

Se você acredita que a sua empresa está pronta para o futuro e quer começar 2022 com uma parceria de TI que acompanha as tendências, fale com um de nossos consultores e saiba como a Microcity pode ajudar o seu negócio com as melhores soluções de tecnologia.

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