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Cibersegurança ganha mais atenção

Cibersegurança ganha mais atenção

A virtualização das relações comerciais trouxe mais uma preocupação para uma grande parte do mercado que, sequer, pensava em digitalização dos negócios: a cibersegurança.

Crimes cibernéticos são todos aqueles delitos cometidos por meio do uso de computadores ou da internet, envolvendo desde violações de segurança, como roubo de identidade, dados e informações sigilosas, até assédio, bullying e cyberstalking, entre outros tipos de ameaças.

Segundo um levantamento realizado pela Cybernews, maio de 2020 foi o período em que diversos crimes cibernéticos populares atingiram o pico de pesquisas em buscadores.

Nos dois meses anteriores, páginas com conteúdos relacionados a invasões e golpes tiveram o tráfego consideravelmente aumentado. Expressões como “tutorial de hacking”, “como invadir” e até formas de acessar um dos mercados mais populares da “dark web” foram identificadas como em ascensão.

No Velho Continente, segundo um estudo da Europol, criminosos aproveitam vulnerabilidades antigas e o maior uso de serviços on-line, pelo menos, desde março, quando medidas de quarentena foram reforçadas em diversos países. E os crimes não envolvem apenas o roubo de dados bancários ou a instalação de programas maliciosos; há até a interceptação de transferências de verbas que seriam usadas para a compra de equipamentos médicos.

Em Minas Gerais, a história se repete. Segundo dados da Polícia Civil, de janeiro a maio deste ano, foram registrados 3.070 casos de crimes cibernéticos, quase 606 registros a mais que no mesmo período em 2019.

Nesse contexto, a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em 2018, ganha, ainda, maior relevância. A lei tem como cunho principal a proteção de dados pessoais individuais.

A legislação brasileira é inspirada na GDPR europeia e, aqui, busca cobrir lacunas e trazer novas abordagens a diversas outras leis que de alguma forma tentam tratar do tema: lei de acesso à informação, lei do consumidor e marco civil da internet.

A LGPD muda a forma de funcionamento e operação das organizações ao estabelecer regras claras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo um padrão mais elevado de proteção e penalidades significativas para o não cumprimento da norma.

Segundo o gerente de TI da Microcity, Lucas Gontijo, “dado pessoal” é qualquer informação relacionada à pessoa natural identificada ou identificável, e “tratamento de dados” toda operação realizada com dados pessoais. Desde uma compra até um cadastro numa rede social.

“Tudo é questão de mindset. Devemos estudar a lei e entender que ela traz uma ‘mega’ oportunidade de nos posicionarmos. Podemos mostrar que fazemos a coisa certa, nos preocupando com a segurança dos nossos clientes e parceiros porque isso é bom para todos. É também ótimo para os negócios, mas vai além disso. O cronograma das fases de implantação da LGPD foi alterado, mas o que indico é que as empresas não deixem esse prazo correr. Agir dentro dos preceitos da lei já é apontado nesse contexto da pandemia, como um diferencial competitivo. Além disso, como tudo que é deixado para a última hora, tende a ficar mais caro”, alerta Gontijo.

Com a LGPD, o País entra para a lista de 120 países que possuem lei específica para a proteção de dados pessoais. Para o especialista, isso garante às empresas brasileiras, inclusive, um diferencial dentro da competição global por mercados e investimentos. Levando-se em conta a imagem institucional e comercial arranhada do País no exterior nos últimos anos, esse é um ponto positivo que não deve ser deixado de lado.

Soluções – Para assegurar e potencializar a segurança do ambiente de TI doméstico, a Microcity criou o Home & Office as a Service, que oferece dois módulos: o H&OaaS Security & Protection, que traz recursos como antivírus, proteção contra ransomwarefirewall e criptografia gerenciados, entre outros, e o H&OaaS Security Management que oferece toda a gestão da segurança de TI, com serviços como provisionamento remoto do computador, autenticação multifatores, conteiner de aplicações, portal self-service de aplicativos, entre outros recursos.

“No ambiente corporativo as ameaças eram bastante controladas porque estava tudo em um mesmo lugar. Hoje, com o home office, além de dispersas, as pessoas estão trabalhando em estruturas domésticas, muito mais frágeis, com grau menor de profissionalismo, equipamentos compartilhados e segurança defasada. É natural que seja assim e é obrigação das empresas resolver essas falhas. O caminho mais fácil é buscar por parceiros especializados nessa função. O preço da segurança é sempre muito menor do que a penalização em um processo de vazamento de informações, por exemplo, e ainda, a desvalorização da imagem e da marca da empresa”, explica o gerente de TI da Microcity.

EMPRESA MINEIRA MANTÉM RITMO DE INVESTIMENTOS

Vilela afirma que a Leucotron planeja expansão no mercado internacional | Crédito: Divulgação

Sem a menor intenção de desacelerar os investimentos, mesmo durante a pandemia, a Leucotron – empresa mineira de tecnologia especializada em soluções B2B, fortalece seu plano de internacionalização, a começar pela Colômbia. O foco da empresa são soluções integradas para o atendimento de clientes, home office, telefonia e colaboração, que envolvem desde uma plataforma de comunicação PABX, um sistema de gerenciamento do inbox de mídias sociais e vendas por WhatsApp, a um contact center omnichannel para empresas de médio e grande porte.

A meta é fortalecer e ampliar sua visibilidade e volume de negócios no mercado colombiano, tanto pelo parceiro já existente quanto por meio de novas parcerias que permitam incrementar o volume de negócios e o reconhecimento da marca na região. A Leucotron já está presente no país andino desde 2013, por meio de uma parceria com a colombiana REMS Engenharia, sediada na capital Bogotá.

Segundo o head de Marketing da Leucotron, Carlos Henrique Vilela, os planos da empresa, sediada em Santa Rita do Sapucaí (Sul de Minas), seguem por México e Costa Rica, onde também já tem parcerias e, na sequência, Argentina e Uruguai.

“A digitalização tem sido nosso caminho. Já trabalhávamos as soluções em nuvem, com a pandemia isso acelerou muito. Somos uma empresa de software entregando cada vez mais digital. Planos que tinha para dois anos vieram agora. A medida que fomos intensificando a digitalização, o plano de internacionalização foi tomando vulto. A Colômbia é muito sedenta de tecnologia e gosta muito do Brasil. Valorizamos muito o aprendizado, então não é só pra vender, é pra aprender com eles também. Bogotá e Medelín têm ecossistemas de tecnologia muito fortes. Já estamos desenvolvendo novos parceiros lá”, explica Vilela.

Por causa da pandemia, soluções em nuvem ganharam protagonismo nas atividades operacionais de muitas organizações. Entre as ofertadas pela Leucotron, estão o Flux, plataforma de comunicação PABX em nuvem adequada também para o contexto de home office, inclusive com ramais móveis e funções para este tipo de demanda, além de um sistema para gestão de call-center e contact center desenvolvido para a realidade latino-americana, e o Conecta Leucotron, uma plataforma de atendimento omnichannel, 100% web.

“O principal meio de comunicação é a rede social, o Whatsapp. Levamos o conceito de central telefônica para as mídias digitais. O Conecta, por exemplo, historicamente era vendido para o pessoal de TI e telefonia. Como em algumas empresas a TI agora atende o marketing, também as agências de publicidade se interessaram. É uma aplicação análoga. O mesmo acontece com o setor de vendas com as vendas por Whatsapp e e-commerce crescendo. Estamos expandindo a atuação dentro dos próprios clientes”, comemora o head de Marketing da Leucotron.

Postos de trabalho – As novidades permitiram a empresa atravessar os 150 dias de pandemia no Brasil sem demitir e planejando novas contratações para breve. Para atrair e reter talentos o executivo conta com o bom ambiente de negócios oferecido pelo Vale da Eletrônica e a qualidade de vida característica do Sul de Minas.

“A gente precisa entender e o que retém as pessoas, o que faz prazeroso para elas estarem ali. Tem um movimento interessante na cidade. Essa questão da colaboração é muito importante, não dá pra ser diferente. A partir desse momento que as empresas se internacionalizam, elas trazem estrangeiros que passam a frequentar a cidade. Muitos vêm para estudar e ficam, isso cria um clima que favorece a atração e o desenvolvimento das empresas”, completa.

Fonte: Diário do Comércio

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