Microcity

Aos 36 anos, Microcity antecipa adesão ao modelo de home office

modelo de home office

A transformação digital imposta pela pandemia de Covid-19 nas empresas brasileiras fez com que o mercado de outsourcing se aquecesse.

A busca por equipamentos e soluções que adequassem a forma de produzir que, do dia para a noite, passou a ser feita remotamente, agitou os dias na Microcity.

A empresa, sediada em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), que completou 36 anos em maio, também fez a sua própria revolução, colocando cerca de 350 colaboradores em home-office. Essa operação já estava prevista, porém sem data marcada e a ideia era que fosse realizada paulatinamente.

De acordo com o diretor-geral da Microcity, Renato Castro, a longa história da empresa atravessando tantas crises fez nascer a convicção de que a melhor estratégia é sempre se antecipar às necessidades dos clientes e parceiros apostando na qualidade e bem-estar dos colaboradores para isso.

“Acreditávamos que o futuro seria a terceirização da atividade-meio e hoje sabemos que acertamos. Nesses anos viemos nos moldando para buscar sempre a melhor solução para os parceiros. Foi uma longa trajetória de transformações, diversas crises, e nossa preocupação era sempre com a nossa força de trabalho. Sempre pensamos nos nossos funcionários na frente e, por isso, somos referência no Brasil e na América Latina. Também nos apoiamos em parceiros estratégicos que são os grandes fabricantes de hardware e TI do mundo. E procuramos ser os melhores parceiros deles”, explica Castro.

A chegada do novo coronavírus ao Brasil fez com que a empresa tivesse um aumento significativo da demanda. A necessidade de uma tomada de decisão muito rápida fez com que antigos projetos de clientes contumazes saíssem, finalmente, do papel e atraiu uma série de novos clientes. Mesmos acostumada, a empresa viu sua importância como consultora crescer.

A expectativa agora é por uma segunda onda de empresas que vão precisar se adaptar. Muitas, na esperança de que o período de distanciamento social fosse curto, seguraram os investimentos, mas estão percebendo que a realidade não voltará para os padrões de antes de março de 2020.

O home-office que no Brasil, até aquela data, não ultrapassava a marca de 6%. Hoje ele faz parte do cotidiano, em alguma medida, de praticamente todas as empresas que continuam em operação e deve se tornar uma prática comum na maioria delas mesmo depois de passada a fase mais aguda da crise.

“Também conseguimos mudar a nossa própria estrutura e lançamos guias de melhores práticas e apoiamos as decisões dos nossos clientes. Tivemos um papel bem significativo nesse apoio. Seguimos apostando e mantemos nossas metas e planos do ano e para 2021 é possível que tenhamos até algum acréscimo sobre o planejado. Aguardamos uma segunda onda das empresas que ainda não fizeram a transição e perceberam que este é um movimento sem volta. Estamos reforçando nossa equipe e vamos trazer uma série de novidades que vão mudar a forma como as companhias vão fazer as contratações de outsourcing em TI”, promete o diretor-geral da Microcity.

Fonte: Diário do Comércio

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