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Atendimento humanizado: saiba como o assistente virtual pode ajudar seu negócio

Atendimento humanizado: saiba como o assistente virtual pode ajudar seu negócio

Você já fala com um robô em seu dia a dia? Se usa a Siri, a Alexa, o “Ok, Google” ou algum outro assistente virtual, a resposta é sim. 

Contar com essa ajuda tecnológica poderia parecer ideia de outro mundo em um passado recente, mas a realidade já é um nicho de negócio para muitas empresas.

As máquinas são cada vez mais eficientes no contato com humanos por meio da inteligência artificial. É por isso que 70% dos CIOs ouvidos nesta pesquisa da Cedro Technologies estão investindo na área.

O motivo é claro: além de apoiar equipes de TI, a inteligência artificial traz ganhos para diversas outras equipes de uma empresa. Gerentes de marketing, por exemplo, podem ter acesso a informações sobre o comportamento de clientes por meio da coleta de dados. 

Já equipes de contabilidade ou recursos humanos podem se beneficiar da agilidade e assertividade na coleta e cadastramento de dados em sistemas.

Além de entrar no grupo das empresas que já agem orientadas para os desafios do futuro, o assistente virtual pode ser uma oportunidade de facilitar a vida do cliente. Tudo isso, sem perder em empatia, proximidade e compreensão. Quer saber como? Continue a leitura.

 

O que é? E como funciona o assistente virtual?

Imagine uma máquina capaz de interagir com humanos, entender comandos e executar tarefas, acionando o próprio sistema ou outras máquinas interligadas. É isso o que a inteligência artificial proporciona com o assistente virtual.

Sua ideia é ajudar o usuário com alguma demanda, seja a solução de algum problema, aquisição de um novo serviço ou nas tarefas cotidianas. Muitas vezes, os comandos são feitos por voz. 

Nesse caso, o papel da tecnologia é conseguir decifrar o comando e realizar o pedido corretamente. Não faltam exemplos de assistentes virtuais que já são utilizadas, como a Siri do sistema iOS da Apple. 

Para funcionar corretamente, o sistema operacional aprende a cada interação, coletando dados sobre a conversa e “aprendendo” as preferências do usuário. Esse “robô” também é programado para falar naturalmente e a responder a comentários.

 

Assistente virtual tem coração?

Outra grande vantagem é que esses sistemas têm sido cada vez mais desenvolvidos para oferecer uma experiência o mais próxima possível de uma interação humana. 

Nesse sentido, as máquinas estão aprendendo a agir com a rapidez que lhes é inata, mas também a serem empáticas e compreensivas com seus clientes. Como isso acontece? Quanto mais dados de interações coletados, mais os robôs aprendem a agir com naturalidade. É o machine learning em ação, que concentra e interliga dados para garantir que a máquina tome decisões cada vez mais assertivas – e humanizadas.

É por isso que se diz que um assistente virtual é inteligente. Ao coletar dados e aprender com eles, as decisões futuras vão se tornando mais corretas e adequadas para cada interação.

 

Chabot e assistente virtual são a mesma coisa?

Se pensarmos na ideia de um assistente, concluiremos que seu principal objetivo é facilitar a vida de seu cliente. Ele deve ajudar nas tarefas diárias, executar atividades menos complexas e mais automáticas e, principalmente, antecipar as necessidades do usuário.

Para isso, a assistente virtual, ou secretária remota, precisa conhecer seu cliente o máximo possível. Como mencionamos anteriormente, o caminho para entender o usuário passa justamente pela inteligência artificial e o machine learning. 

Ou seja, assistentes virtuais têm como meta coletar dados sobre a experiência de seus usuários e interpretá-los para ser capaz de antecipar necessidades e facilitar uma rotina.

Agora, imagine o chatbot de uma empresa de telefonia, por exemplo. Sua responsabilidade é outra: garantir um atendimento o mais rápido e eficaz possível para clientes diversos, de locais distintos e com necessidades variadas.

Nesse sentido, o chatbot terá uma interação próxima de uma conversa entre humanos, responder rapidamente e, o mais importante, solucionar o problema de seu cliente. No entanto, para chegar a esse propósito, sua função será “treinar” e conhecer ao máximo o serviço com o qual está lidando.

Para facilitar: se o assistente virtual é especialista em seu usuário, o chatbot deve ser especialista no serviço prestado pela empresa. E, assim, como a Siri, vai aprender com cada interação e se tornar ainda mais eficaz na solução de questões.

 

Por que vale a pena investir na ideia

Em um primeiro momento, investir em chatbot ou assistente virtual pode parecer uma ideia pouco estratégica. Afinal, vale mesmo a pena gastar dinheiro com mais uma opção de atendimento, sendo que outras já funcionam corretamente?

No entanto, a realidade é que a inteligência artificial, quando embarcada em uma empresa, pode proporcionar muitos ganhos em produtividade e agilidade. Em um escritório de advocacia, por exemplo, uma assistente virtual tem conseguido agilizar o trabalho de advogados e aumentar a assertividade da coleta de dados.

Se aplicado em um Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), o chatbot pode ajudar a aliviar o tráfego de chamadas, solucionando por si só as questões menos complexas. Além disso, caso não consiga resolver uma questão, ele ajuda a direcionar clientes às equipes adequadas. O resultado é economia de tempo e melhor desempenho da empresa.

O assistente virtual também contribui para a geração de leads. Isso porque a conversa poderá oferecer informações valiosas sobre as preferências de seus clientes, que podem contribuir para estratégias de marketing e comunicação mais eficientes.

A opção pode ser, ainda, um investimento mais barato do que a criação de um aplicativo próprio. Ela pode ser inserida no site da empresa ou embarcada em algum canal já estabelecido, como o WhatsApp, Facebook Messenger ou Skype. 

Outra vantagem é que a contratante vai pagar por aquilo que utiliza. Isso porque o assistente virtual costuma ser cobrado a partir do total de interações efetivamente realizadas.

 

Não fique de fora dessa revolução

Pensando na interação com clientes, o chatbot também pode ser a oportunidade para oferecer atendimento rápido, 24 horas por dia, garantindo a maior disponibilidade do serviço. 

Também pode ser a chance de criar caminhos mais fáceis para solucionar problemas mais pontuais e pouco complexos – e de direcionar uma demanda mais clara para o especialista de plantão.

Quando usada estrategicamente, a ferramenta pode oferecer, ainda, dados sobre a experiência do clientes. Essas informações podem ser cruciais e diferenciais para a definição dos novos caminhos de um produto ou serviço.

Tudo isso, claro, com diálogos naturais e adequados para cada situação. Seu cliente não sentirá a diferença entre o humano e a máquina.

Para não ficar de fora, você precisa conhecer soluções como o Contact Center as a Service da Microcity. Com ele, sua empresa terá um atendimento qualificado, personalizado e que utiliza a inteligência artificial como ferramenta estratégica para alcançar os objetivos do serviço.

Já viu como não dá para ficar de fora das novidades e mudanças que estão revolucionando o mercado, em todas as áreas? O assistente virtual é apenas um exemplo. Por isso, assine nossa newsletter e se informe cada vez mais sobre o universo da tecnologia.

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